A iminente implementação do uso de pulseiras electrónicas para monitorização de réus e condenados em Moçambique tem gerado cepticismo e levantado debates sobre a justiça social e a reabilitação de reclusos no país.
O orador revelou que já ouviu pessoas a manifestarem-se cépticas, temendo que “as pulseiras serão destinadas já à elite”.
Há uma expectativa urgente de esclarecimento por parte das autoridades: “eu espero também ouvir as autoridades a esclarecer e que o mês de Dezembro chegue rapidamente para ver como é que isto vai se materializar”.
A mão-de-obra reclusa poderia ser direccionada para resolver problemas infra-estruturais urgentes no país. Exemplos práticos incluem a limpeza de áreas de drenagem, muitas vezes “cheias de arbusto cheias de lixo”.
Além disso, as cadeias possuem “homens e ferramentas para poder consertar aquelas carteiras” que ficam estragadas nas escolas.
Foi feito um apelo directo para que “a experiência também do presidente Jairo Bolsonaro seja rebuscada para evitar-se que situações similares possam ocorrer no território nacional”.
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