O Ministério da Educação e Cultura confirmou o vazamento do exame da 9ª classe, depois de um director pedagógico ter violado o envelope das provas. A infracção levou à circulação antecipada do conteúdo e tornou inevitável a repetição do exame.
Segundo o MEC, o director abriu o material de forma irregular e permitiu que a prova chegasse a terceiros. Ainda não está claro se o objectivo era divulgar o exame ou favorecer alunos de forma particular. As autoridades referem que o suspeito contou com o apoio de outras pessoas ligadas à escola.
O caso gerou preocupação no sector, por expor fragilidades nos mecanismos de segurança dos exames e por envolver um responsável que deveria garantir a integridade do processo.
A repetição da prova vai obrigar à produção de um novo enunciado e a um esforço logístico adicional. O MEC admite a possibilidade de expulsão do director envolvido e prepara a remessa do processo para a procuradoria, para responsabilização criminal.
As autoridades defendem que fraudes deste tipo prejudicam o sistema de ensino e minam a confiança pública. O MEC afirma que o caso deve avançar até às últimas consequências para impedir que situações semelhantes se repitam.
Hora Certa News
O Município de Maputo manifestou preocupação face ao crescente registo de vandalização e roubo de…
Financiamento visa fortalecer a protecção social, agricultura, educação, recursos hídricos e saneamento num contexto marcado…
Evento promovido pelo Conselho Municipal pretende fortalecer o ambiente de negócios e responder aos desafios…
Município mobiliza artista para reforçar divulgação e atrair investidores nacionais e estrangeirosMatola, 9 de Junho…
O Embaixador de Itália em Moçambique, Gabriele Annis, defendeu em Maputo a criação de parcerias…
📖 CAPÍTULO II – O Sangue Não Mente Quando o quinto entrou no exército, tinha…
This website uses cookies.